
Não é com intenção de magoar ou ser magoado.
Por diversas vezes cometemos erros em nossas vidas, vemos o sol nascer e em seguida chover prantos de gotas d’água ao chão.
Nasce-se um lindo arco-íres e ao mesmo tempo o vemos ir embora com as cores mais belas do dia, some-se o encanto do reflexo de duas obras primas da natureza.
Percebemos que erros são cometidos em todos os momentos e não assumimos os nossos próprios erros, deixamos as coisas andarem de forma incorreta como se nada houvesse ocorrido.
Julgamos as outras pessoas, mas nesse meio tempo esquecemos de julgar a nós, será o que e certo ou errado?
O que fazemos hoje, nos reflete no amanhã, as voltas que damos para chegar ao serviço têm em nossas mentes as voltas que a nossa vida se deu durante todo esse tempo.
Paramos, perguntamos a nos mesmo, quem somos ou o que estamos fazendo?
E se quer sabemos responder essa pergunta.
O que a vida nos leva a fazer a todo o momento, vivemos momentos inesquecíveis que ficara guardado em nossas mentes e um futuro mais a frente lembraremos-nos das pessoas que por mais que tenha feito pequenos atos, elas fizeram parte desse crescimento.
Somos seres vivos, mas nos fazemos como vermes que se encontra por debaixo da terra que esta aos nossos pés, por não ter a dignidade de ser realmente alguém, alguém que mereça o reconhecimento, pois não sei me reconhecer por si só.
Julgo-me um ser que hoje não tem chão.
Não tem céu.
Não tem os braços que me acolheu durantes toda a minha existência.
Pois isso tudo eu mesmo construir a sua própria destruição e suas ruínas de um castelo sem faces da minha visão.